SINCAL prestigia o 6º Simpósio Brasileiro de Café em Vitória da Conquista
A SINCAL, através do eng. agrônomo Armando Matielli, teve a grata satisfação de proferir uma palestra no referido evento no dia 09/05/2012. Agradecemos o convite em nome do Dr. Gianno Brito e Sra. Valéria Vidigal que foram os principais organizadores do simpósio, que por sinal, estava excelentemente bem organizado e, o auditório do centro cultural daquela cidade sempre tomado por um grande contingente de participantes representados por distintos elos do setor produtivo mas, principalmente cafeicultores.
A região de Vitória da Conquista e a cafeicultura baiana encontram-se muito bem representados pela magnitude do Dr. Gianno Brito e de sua esposa Valéria Vidigal como excelente artista pois, a cafeicultura é fã incondicional de seus belíssimos quadros representando as sutilezas dessa rica Rubiacea .A Valéria é extremamente inteligente e de uma amabilidade extraordinária.
O ponto principal do evento, foram as discussões técnicas abordando a
violenta seca que assola a cafeicultura baiana. Nos nossos distintos contatos
verificamos que é unânime a opinião de uma quebra de 40 a 60% da safra ora
entrante o que representa ao redor de 600.000 a 800.000 sacas de café. Além,
dos participantes baianos tinham muitos cafeicultores e técnicos das regiões
nórdicas de Minas Gerais que também estão sendo prejudicadas, pelo longo
período de estiagem e, a grosso modo podemos dizer numa escala de grandeza que
essa seca trouxe um prejuízo de algo ao redor de 1.000.000 de sacas para essas
regiões.
Armando Matielli - Presidente da SINCAL
SINCAL - O Cafeicultor é o principal
Actualizado em (Quinta, 17 Maio 2012 19:46)
Plano Plurianual 2012 / 2013 - Propostas SINCALA SINCAL apresenta algumas sugestões para o Plano Plurianual do Café 2012/2013. Essa proposta foi encaminhada para autoridades do governo e representantes do café como forma de combater práticas inadequadas que impactam os cafeicultores. Acompanhem:
1) Utilização do Funcafé unicamente para regulagem de fluxo e abandonar as verbas para colheita e custeios. Atualmente existem verbas de RO sobrando nos agentes financeiros a juros de 6,75% ao ano para custeio e colheita. A regulagem do fluxo via recibo de depósito/warrant nas cooperativas, comerciantes, armazéns gerais, exportadores e torrefação interna.
2) Passarmos nossos contratos de cafés naturais e lavados para a Bolsa de Chicago, CME( chicago mercantil exchange). Nova York só representa os lavados. Nossos cafés naturais não tem referencial de preços na NYBOT. CME é sócia da BM&FBovespa.
3) Desonerar nossa bolsa, BM&FBovespa, dos encargos tributários nos contratos relativos de café, tributos como IOF e IR colocando a nossa bolsa em condições de igualdade com as outras bolsas internacionais. Isso é de suma importância pois, os traders poderão vender lá e comprar aqui e vice versa. Hoje nossa BM&F está travada perante as concorrentes. Com isso precificaremos o Café no Brasil.
4) Maior representatividade do setor produtivo no CDPC que atualmente manipulam as verbas do Funcafé arrastando-as para a indústria, exportadores e outros em detrimento ao cafeicultor que foi o principal gerador do Funcafé.
5) Rotulagem do café em nível nacional constando as porcentagens de robusta e arábica em cada marca comercial dando ao consumidor a opção de escolher a melhor bebida. Com isso abriremos um grande leque para as marcas comerciais de cafés de qualidades às cooperativas/cafeicultores regionalmente. Atualmente os bons cafés estão totalmente deslocados do mercado dado aos preços baixíssimos dos torados e moídos nos supermercados e outros p.v.
6) Regulamentar o café para as torrefações com um padrão mínimo de qualidade evitando e excesso de p.v.a.( que poderá ir para o solúvel ou descartar como resíduo). Exemplo no mínimo café tipo oito.
7) Registro de exportações com prazos e preços determinados (como faz a Colômbia e Centrais) e acabar com as sucessivas rolagens a perder de prazo e eliminar com os contratos de gaveta.
8) Fiscalização oficial rigorosa nos containers destinados às exportações para verificações dos conteúdos dos cafés tanto do tipo quanto a bebida estipulados nos documentos de exportações com a utilização de contratos de ACC ou exportações com parâmetros normais. Deverá ser emitido um laudo oficial especificando o conteúdo do container.
9) Marketing internacional do café brasileiro enfocando o café natural que é muito superior em diversos aspectos que os lavados.
10) Propaganda na Copa do Mundo , Olímpiadas, Fórmula 1, do café brasileiro que está esquecido internacionalmente.
11) Acertar uma modalidade de continuar com a bolsa família sem impedir o registro dos bolsistas. Temos 11.000.000 de bolsistas totalmente no ostracismo impedidos de ser registrados e trabalhar nas colheitas e tratos culturais sazonais na cafeicultura. Com isso a mão de obra sumiu e a cafeicultura está padecendo com os altos custos de mão de obra em decorrência a essa política incoerente do bolsa família.
12) Só aceitar o draw back se os países exportadores para o Brasil garantirem as mesmas leis ambientais, sociais e fitossanitária do Brasil. Será um total contra senso importar cafés oriundos de países que utilizam mão de obra infantil e mesmo adulta sem os devidos calços sociais como os exigidos internamente no Brasil. Além desse aspecto não aceitar a simples importação de café sem um detalhamento técnico das reais necessidades ( ver artigo publicado na semana passada no seite da SINCAL).
13) Impor a pesquisa , como Embrapa e outros ensaios e pesquisas laboratoriais mostrando a diferença do lavado colombiano , centrais e outros perante o nosso café natural com ênfase a todos os aspectos organolépticos e também capacidade de armazenamento pois, os lavados duram no máximo 1(um) ano e o naturais décadas.
14) Fazer um planejamento estratégico para a cafeicultura sempre levando em conta prazos de 10 anos e revisados anualmente com ações e estratégias definidas de acordo com os ambientes econômicos, produção , consumo e estoques estratégicos para as eventualidades das intempéries climáticas. Planejamento estratégico em cima de números reais de área plantada, produção, consumo, estoque e outros.
15) Previsões de safras, estoques e consumo com firmas renomadas e de credibilidade internacional como KPMG entre outras. Previsões da CONAB desacreditam sem critérios de credibilidade internacional.
16) Fortalecimento e recursos para entidades que queiram realmente lutar pela cafeicultura como a SINCAL.
17) Os contratos de exportações deverão serem com preços e prazos de embarques determinados como exemplo 90 dias. Não poderemos mais suportar esses contratos de gaveta que ficam sujeitos a cancelamentos e prorrogações de acordo com os interesses das partes vendedoras e compradoras. É perceptível que a modalidade de exportação de café está totalmente solta e sem nenhuma regra prevalecendo unicamente as especulações em detrimento à pátria e aos cafeicultores. Nos cancelamentos dos contratos de exportações deverão ocorrerem multas e, substituídos por novos contratos nos preços de bolsas do dia.
18) Para as estocagens de cafés com recursos do Funcafé ou outras modalidades deverão ser financiados os volumes que os cafeicultores desejarem, sem cota por CPF. O sistema de cota por CPF só tem por finalidade limitar o volume financiado e deixar os cafeicultores nas ``garras `` das cooperativas e traders. Além disso deverão constar no financiamento de estocagem o recibo de depósito e warrants para profissionalizarmos essa sistemática e evitarem as substituições dos cafés. Equipe SINCAL - O cafeicultor é o principal Fernando Barros conversa com Valter Puga do Canal do Boi
Fernando Barros conversa com o Valter Puga Jr do Canal do Boi na estréia do nosso canal exclusivo no Youtube.
*Fonte: Equipe SINCAL Actualizado em (Quarta, 09 Maio 2012 12:17) Depoimento-Homenagem: Matielli comenta sua amizade com Tinoco
Armando Matielli, presidente da SINCAL, nutriu uma amizade verdadeira e divertidíssima com o cantor Tinoco. Nesse depoimento, ele narra algumas passagens que compartilhou com o humilde cantor.
Foi uma das passagens mais gratificantes que convivi nos meus 60 anos de
idade. No início dos anos noventa, fui homenageado pelos amigos de Cornélio Procópio
no grandioso Paraná. A homenagem ocorreu no restaurante do principal hotel
daquela cidade e, após a homenagem que foi recitada por um poeta de Cornélio, o
qual esqueci o nome, recebi um convite para visitar uma determinada mesa onde
estava postado o casal Tinoco e sua esposa . Sinceramente naquela noite, fiquei
muito mais emocionado em conhecer o Tinoco do que a própria homenagem. o Tinoco
da dupla Tonico e Tinoco trazia em minha formação uma marca cultural adquirida
na infância de menino pobre, criado no sítio São Benedito, no bairro o Rio Claro
, na querida São João da Boa Vista –SP, minha terra natal. No final dos anos
cinquenta e no decorrer dos anos 60 na roça não tinha força, mas mesmo assim
meu grande pai comprou um rádio Semp a pilha, que só era ligado nos programas
preferidos rodeados de cadeiras empalhadas com meus tios e alguns dos nossos camaradas
lá do sítio e lá ouvíamos o programa "Na beira da tuia" e os programas
sertanejos do Edgar de Souza, além da missa aos domingos, e a Ave Maria, as
seis da tarde pois, meu pai que não se manifestava , mas dava a entender um
tanto ateu , talvez em respeito a minha nona e a minha mãe que eram
católicas fervorosas. Inclusive, até hoje, minha mãe reside lá nosso sítio e
continua cuidando da capela construída pelo meu nono em 1898. Eram os únicos
programas que ouvíamos além dos comícios do Ademar de Barros na época da
politica. Fora isso o rádio era desligado para não gastar a pilha. A partir daquele dia em Cornélio Procópio, que na mesa do restaurantes, depois de uns copos de cerveja, fiz alguns duetos com o Tinoco, apesar dele mesmo me recomendar que deveria continuar nas minha atividades profissionais, pois se tivesse que viver como cantor morreria de fome. Sem dúvida. Mas, a amizade do Tinoco passou a ser muitíssimo gratificante e até profissional pois, na semana vindoura já estava o Tinoco nas palestras da Bayer que fazíamos aos agricultores e a presença do Tinoco era uma atração prazerosa para nossa equipe e muito mais para os clientes. Isso ocorreu por anos seguidos, nas palestras, nas convenções, nos congressos, inclusive de café lá estava o Tinoco e entre o lado profissional e pessoal, enraizamos uma amizade cordial e até fraternal. Ficamos amigos e, naquela época eu até exagerava nos copos de cerveja e o Tinoco ficava bravo comigo pois, ele era praticamente abstêmio. Com isso convivemos em muitas viagens e eu tinha uma atividade muita intensa e não sobrava muito tempo para acompanhar os eventos pelo país afora e sinceramente eu "mascava" de tristeza em não poder acompanhar os eventos da Bayer onde estava o Tinoco. Muitas vezes eu o acompanhei e, nos eventos mais próximos como no Sul de Minas, interior de São Paulo ele não viajava com a comitiva de músicos e outros no ônibus e fazia questão absoluta de viajar comigo no carro e nessas idas e vindas ouvi muitas passagens interessantíssimas do Tinoco, muito das quais tragicômicas que me desopilava o fígado. O mais difícil nas viagens eram as paradas nos postos de gasolina. Se o Tinoco resolvia descer do carro virava um evento e um pedia para tirar autógrafo, outras fotos, outros iam chamar os pais ou avós e assim por diante. Na época eu vivia lotado de serviço todos agendados e o Tinoco não tinha o mínimo de pressa atendia a todos com a maior satisfação até parecia que era o primeiro autógrafo ou foto de tanta satisfação que ele fazia essa parte protocolar e ,assim era nos eventos. Depois das apresentações profissionais o Tinoco cantava e a partir daí eram horas de autógrafos e desfile de velhos e mesmo jovens procurando o Tinoco e ele na maior paciência perguntava "como é seu nome meu fio?". Quando eram nomes incomuns ele dizia "sobreletra aí" e assim ia. O Tinoco morava em São Paulo e ás vezes resolvia me visitar ,sem agendar , e aparecia lá Bayer e aquilo virava um tumulto desde os porteiros e com o colegas e amigos de trabalho. Todos queriam falar com o Tinoco. Eu estava sempre "até as tampas" de afazeres mas, atendia o Tinoco para falarmos dos próximos eventos entre outros. Outras ocasiões ele me ligava para almoçar com alguém importante e, às vezes dava uma escapada e, comparecia nessas oportunidades. Conheci muita gente renomada como políticos e até ex-presidente da república. O Tinoco era muitíssimo relacionado. Num desses almoços conheci o comandante Rolim, proprietário e fundador da TAM, que também era uma história viva de vida. Carismático e alegre depois disso encontrei mais vezes com o comandante, sempre com o Tinoco. Eu não tinha jeito de não atender o Tinoco, primeiro que eu um grande fã segundo que eu o respeitava por ser mais velho. O Tinoco não tinha pressa e nem protocolo. Iia do jeito que dava. Sabia viver. Outras passagens , entre muitas que ele me contou, era o medo que ele tinha de voar com os aviões teco-teco, nos anos sessenta pelo norte e noroeste do paraná pois, os cafeicultores tiravam as madeiras de lei e metiam fogo na mata para plantar café na coivara. Depois do fogo sobrava inúmeros troncos de árvores que pareciam um paliteiro e, o Tinoco tinha medo que o avião poderia cair em cima e se espetar num daqueles troncos pois, quase não havia clareiras. Contava as passagens das viagens intermunicipais pelo Paraná em estradas de terra naqueles latossolo roxo que fazia um verdadeiro canudo de poeiras e era um perigo eminente numa trombada com outro carro ou caminhão. Uma passagem tragicômica foi quando o Tonico e Tinoco faziam shows em circos pelo Brasil a dentro e metade da renda da bilheteria ficava com a dupla e a outra metade com o dono do circo. Eles acharam que estavam fazendo um péssimo negócio e aí resolveram comprar um circo completo e assim fariam os shows e receberiam 100% da arrecadação da bilheteria. Mas, infelizmente, não eram bons administradores pois, não tinham muito tempo e o negócio virou uma tragédia e, chegou um ponto que não estava nem dando para manter o circo, administrar a logística, pagar os artistas, comprar comida para os animais/bichos, como um absurdo de carne para os leões e assim o negócio estava de ponta cabeça até um dia, que o circo estava numa cidade do interior de São Paulo e os leões famintos escaparam e desandaram a comer cachorro, bezerros nas vizinhanças, e colocando a população em risco. Para pegar os leões de volta foi uma loucura e o Tinoco contando aquilo com seu jeito simples e dramático era uma verdadeira peça teatral. Finalizando eles deram o circo, com o leões , elefantes, palhaços, trapezistas e tudo mais e, ainda por cima três shows gratuitos para o novo dono. Outra passagem, foi quando o presidente Figueiredo os chamou em Brasília para fazer um jingle "plante que o João Garante" e, receberam "uma nota" pois, a propaganda era a nível nacional e tocava em todas as rádios pelo Brasil. Ao final os agricultores ouviram o apelo do presidente, endossado pelo Tonico e Tinoco e plantaram ao máximo arroz, milho, algodão entre outros e o clima correu muito bem e o Brasil colheu uma super safra mas, os preços caíram a níveis ridículos e governo não tinha armazéns suficientes para receber a safra. Virou uma tragédia e com isso quando eles saiam para fazer os shows eram só vaias e de ídolos passaram à vilões e assim demoraram dois a três anos para retomar a normalidade e "a nota preta" que receberam na campanha virou pó. Assim foram tantas e tantas passagens interessantes e marcantes. O Tinoco foi o compositor e gravou uma música em homenagem aos agrônomos por minha solicitação. Mais, uma vez muito obrigado meu amigo. Ele dizia: "Matielli , você é um caipira que deu certo como eu, que fala até alemão e virou executivo". Eu adorava quando o Tinoco falava isso. Nossa amizade perdurou por volta dos últimos 20 anos e sempre estávamos falando e a poucos dias ele me procurou para resolvermos um problema e, esse problema, não tão importante, não deu tempo de resolver pois, o Tinoco morreu. O Tinoco era um homem fantástico, simples , carismático, inteligente, articulado e acima de tudo de uma pureza infantil. Na minha opinião ele já tinha o visto de entrada e o passaporte carimbado para o céu. O Tinoco deixou um legado inigualável. Meu amigo Tinoco descanse em paz. Armando Matielli Refrescando a memória - Cartilha Número 4Nesse artigo, o analista de mercado Fernando Barros lista alguns procedimentos importantes para os produtores se atentarem antes da colheita. Acompanhe: 1- Observar a sua lavoura e a colheita de 2012/ 2013 antes de tomar qualquer decisão.Muitas vezes o produtor quer achar que vai dar mais café devido as suas dívidas.Observar todas as regiões enfim ter consciência. 2- Safra maior venda de até 30% para julho,agosto,setembro.Safra menor até 20% para o mesmo período.Esta atitude visa não transferir todo o produto para o Exterior e ter um período maior com preços satisfatórios.Para aqueles que vão colher pouco ou muito pouco,renegociar as contas e vencimentos.Se estão sendo executados procure a Sincal. 3- Não se contentar com estes preços pois sabemos que a partir de março/2012 os estoques de passagem estarão muito baixos,consequentemente quem dita o preço é o vendedor.Se posso vender melhor e acima por que vender abaixo? Aproveitem o financiamento de
estocagem com o Recibo de Depósito e o Warrant pois é uma forma de dividir a
venda em parcelas.Cuidado com os JUROS cobrados! 4- Plantio
pense 10 vezes,não queira ser o espertalino.Cuide da reposição e de ter um caixa na hora da colheita
equivalente a 5- Fique de olho no veranico de janeiro a março/2012 e no frio de junho a setembro pois o mercado está vulnerável qualquer fato novo aqui no Brasil pode afetar nos preços pois o mundo está dependente de nosso café,mais ou menos que nem todos os Países estão dos produtos baratinhos da China(só que se ela quiser subir o preço,um abraço para os chupins de plantão) 6- Preste atenção na cotação da BM&F pois N.York está sem transparência com certificados velhos e sem deságio.Apesar de problemas de tributação,como o de Renda na pessoa física e ICM é melhor olhar BM&F do que N.York. 7 - Valorize seu café, pois todo mundo está de olho para comprá-lo. Certifique,lute para valorizá-lo,participe das reuniões em sua comunidade e da Sincal. Todos os dias aprenderão coisas novas,no mínimo como não fazer. 8- A safra de 2012 não vai dar mais de 45 milhões de sacas e 2013 não tem nada garantido portanto todo cuidado é pouco.Até Dez/2012 vender 50% e de Jan a Maio de 2013 o saldo 50%. 9- Colher o café na hora correta sem precipitação procurando a qualidade pois o Consumidor é o seu cliente, é o seu freguês. 10- Solidariedade,
e boa sorte! Fernando Barros - Diretor Executivo SINCAL - O cafeicultor é o principal Actualizado em (Segunda, 30 Abril 2012 22:09) |








