Proposta de Fundo Soberano de Café é encaminhada ao CDPC
Aos
Membros
do
do
CONSELHO
DELIBERATIVO DA POLÍTICA DO CAFÉ – CDPC
DELIBERATIVO DA POLÍTICA DO CAFÉ – CDPC
Exmo. Sr.
BLAIRO BORGES MAGGI, Ministro de Estado da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento-MAPA
BLAIRO BORGES MAGGI, Ministro de Estado da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento-MAPA
Sr. EUMAR
ROBERTO NOVACKI, Secretário-Executivo do Ministério da Agricultura
,Pecuária e Abastecimento -MAPA
ROBERTO NOVACKI, Secretário-Executivo do Ministério da Agricultura
,Pecuária e Abastecimento -MAPA
Sr. NERI
GELLER, Secretário de Política Agrícola do Ministério da
Agricultura ,Pecuária e Abastecimento -MAPA
GELLER, Secretário de Política Agrícola do Ministério da
Agricultura ,Pecuária e Abastecimento -MAPA
Sr.
IVANDRÉ MONTIEL DA SILVA – representante do Ministério da Fazenda-MF
IVANDRÉ MONTIEL DA SILVA – representante do Ministério da Fazenda-MF
Sr.
ALEXANDRE GUIDO LOPES PAROLA – representante do
Ministério das Relações Exteriores-MRE
ALEXANDRE GUIDO LOPES PAROLA – representante do
Ministério das Relações Exteriores-MRE
Sra. RITA
DE CÁSSIA M.T. VIEIRA, representante do Ministério do Desenvolvimento, Indústria
e Comércio-MDIC
DE CÁSSIA M.T. VIEIRA, representante do Ministério do Desenvolvimento, Indústria
e Comércio-MDIC
Sr. ELDER
LINTON ALVES DE ARAÚJO, representante do Ministério do Planejamento,
Orçamento e Gestão -MPOG
LINTON ALVES DE ARAÚJO, representante do Ministério do Planejamento,
Orçamento e Gestão -MPOG
Sr.
CARLOS ALBERTO PAULINO DA COSTA, representante do
Conselho Nacional do Café- CNC
CARLOS ALBERTO PAULINO DA COSTA, representante do
Conselho Nacional do Café- CNC
Sr. SILAS
BRASILEIRO, representante do Conselho Nacional do Café – CNC
BRASILEIRO, representante do Conselho Nacional do Café – CNC
Sr. BRENO
DE MESQUITA, representante do Confederação da Agricultura e
Pecuária do Brasil – CNA
DE MESQUITA, representante do Confederação da Agricultura e
Pecuária do Brasil – CNA
Sr. JOSÉ
SILVANO BIZI, representante do Confederação da Agricultura e
Pecuária do Brasil – CNA
SILVANO BIZI, representante do Confederação da Agricultura e
Pecuária do Brasil – CNA
Sr.
NELSON F. CARVALHAES, representante do Conselho dos Exportadores de Café
do Brasil – CECAFÉ
NELSON F. CARVALHAES, representante do Conselho dos Exportadores de Café
do Brasil – CECAFÉ
Sr.
RICARDO DE SOUSA SILVEIRA, representante da Associação Brasileira da
Industria de Café – ABIC
RICARDO DE SOUSA SILVEIRA, representante da Associação Brasileira da
Industria de Café – ABIC
Sr. PEDRO
GUIMARÃES FERNANDES, representante da Associação Brasileira da
Indústria de Café Solúvel – ABICS
GUIMARÃES FERNANDES, representante da Associação Brasileira da
Indústria de Café Solúvel – ABICS
Assunto Ref.: I Fórum Mundial de
Produtores de Café – Colômbia
Produtores de Café – Colômbia
Política
de Estoque Estratégico
de Estoque Estratégico
Política de Preços Mínimos
Senhora e
Senhores Conselheiros,
Senhores Conselheiros,
O Conselho Nacional do
Café – CNC, em seu último Balanço Semanal de 10 a 13 de abril de 2017 (em
anexo), divulgou a realização do I Fórum Mundial de Produtores de Café, em
Medellín, na Colômbia, na data de 10 a 12 de julho deste ano, e, também
divulgou que no último dia 7 de abril, o CNC recebeu a delegação que
representa os cafeicultores da Colômbia, Federación Nacional de Cafeteros –
FNC, para uma reunião técnica e de
ajuste de posicionamento entre as duas maiores nações produtoras de café
arábica do mundo.
Café – CNC, em seu último Balanço Semanal de 10 a 13 de abril de 2017 (em
anexo), divulgou a realização do I Fórum Mundial de Produtores de Café, em
Medellín, na Colômbia, na data de 10 a 12 de julho deste ano, e, também
divulgou que no último dia 7 de abril, o CNC recebeu a delegação que
representa os cafeicultores da Colômbia, Federación Nacional de Cafeteros –
FNC, para uma reunião técnica e de
ajuste de posicionamento entre as duas maiores nações produtoras de café
arábica do mundo.
O CNC também
divulgou que o Sr. Roberto Vélez, Gerente Geral da Federación Nacional de
Cafeteros – FNC destacou que a parceria entre Brasil e Colômbia é
fundamental para a produção cafeeira internacional e frisou que, graças aos
esforços realizados pelos produtores brasileiros para aumentar a produtividade,
atualmente o mundo possui produto suficiente para suprir o abastecimento.
divulgou que o Sr. Roberto Vélez, Gerente Geral da Federación Nacional de
Cafeteros – FNC destacou que a parceria entre Brasil e Colômbia é
fundamental para a produção cafeeira internacional e frisou que, graças aos
esforços realizados pelos produtores brasileiros para aumentar a produtividade,
atualmente o mundo possui produto suficiente para suprir o abastecimento.
Nesta reunião, os
colombianos e os brasileiros detectaram algumas ameaças futuras para o setor
cafeeiro mundial, como as mudanças climáticas, a volatilidade de preços, a
concentração da indústria e a sucessão familiar.
colombianos e os brasileiros detectaram algumas ameaças futuras para o setor
cafeeiro mundial, como as mudanças climáticas, a volatilidade de preços, a
concentração da indústria e a sucessão familiar.
Um dos temas a ser
discutido no I Fórum Mundial de Produtores de Café, é a sustentabilidade
econômica dos cafeicultores no mundo, pois de acordo com o Sr. Juan Esteban
Ordu, diretor executivo da Federación Nacional de Cafeteros – FNC; as
cotações do contrato Coffee
“C” Futures, negociado na ICE – Intercontinental Exchange, em Nova
York, deveriam estar em torno de US$ 3,50 (três dólares e cinquenta centavos )
por libra peso se fossem corrigidas pela inflação acumulada dos Estados Unidos
desde os anos 80.
discutido no I Fórum Mundial de Produtores de Café, é a sustentabilidade
econômica dos cafeicultores no mundo, pois de acordo com o Sr. Juan Esteban
Ordu, diretor executivo da Federación Nacional de Cafeteros – FNC; as
cotações do contrato Coffee
“C” Futures, negociado na ICE – Intercontinental Exchange, em Nova
York, deveriam estar em torno de US$ 3,50 (três dólares e cinquenta centavos )
por libra peso se fossem corrigidas pela inflação acumulada dos Estados Unidos
desde os anos 80.
Porém, embora em muitos
países o câmbio desvalorizado contribua para uma melhor remuneração dos
cafeicultores na moeda local, os preços diminuíram nas últimas décadas,
situando-se, em 2016, no mesmo valor nominal da década de 80 (entre US$ 1,20 e
US$ 1,40 por libra-peso).
países o câmbio desvalorizado contribua para uma melhor remuneração dos
cafeicultores na moeda local, os preços diminuíram nas últimas décadas,
situando-se, em 2016, no mesmo valor nominal da década de 80 (entre US$ 1,20 e
US$ 1,40 por libra-peso).
Também foi citado que dos
US$ 173 bilhões de valor agregado na cadeia café até o consumidor final, em
média os países produtores recebem apenas US$ 11,3 bilhões.
US$ 173 bilhões de valor agregado na cadeia café até o consumidor final, em
média os países produtores recebem apenas US$ 11,3 bilhões.
O Conselho Nacional do
Café – CNC informou que coordenará, junto às cooperativas e a Confederação
da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA, a composição e a participação da
delegação do Brasil no Fórum. Os contatos com o Governo Federal já foram
iniciados nesse sentido e há a possibilidade que o Presidente Michel Temer
compareça ao evento, demonstrando sua preocupação com o setor que mais gera
emprego no País, que é a cafeicultura.
Café – CNC informou que coordenará, junto às cooperativas e a Confederação
da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA, a composição e a participação da
delegação do Brasil no Fórum. Os contatos com o Governo Federal já foram
iniciados nesse sentido e há a possibilidade que o Presidente Michel Temer
compareça ao evento, demonstrando sua preocupação com o setor que mais gera
emprego no País, que é a cafeicultura.
A intenção da organização
do I Fórum Mundial de Produtores de Café é possibilitar que sejam encontradas
as respostas para duas perguntas:
do I Fórum Mundial de Produtores de Café é possibilitar que sejam encontradas
as respostas para duas perguntas:
1) “hoje, a
cafeicultura mundial é sustentável sob o ponto de vista do produtor?”
cafeicultura mundial é sustentável sob o ponto de vista do produtor?”
2) “o que
podemos fazer coletivamente para corrigir os problemas que se apresentam?”
podemos fazer coletivamente para corrigir os problemas que se apresentam?”
Diante destes dois
questionamentos, como cidadão brasileiro e no intuito colaborativo, venho
apresentar algumas sugestões a fim de contribuir para que o Brasil, líder
mundial dos produtores de café, responda com soluções que contribuam para sanar
estas duas perguntas do setor cafeeiro mundial.
questionamentos, como cidadão brasileiro e no intuito colaborativo, venho
apresentar algumas sugestões a fim de contribuir para que o Brasil, líder
mundial dos produtores de café, responda com soluções que contribuam para sanar
estas duas perguntas do setor cafeeiro mundial.
Inicialmente é necessário
informar que as reservas internacionais brasileiras, na data de 13 de Abril de
2017 atingem o expressivo valor de US$ 375,99 bilhões, lembrando que atualmente
estão inclusos nestas reservas internacionais um estoque de ouro no montante de
US$2,7 bilhões.
informar que as reservas internacionais brasileiras, na data de 13 de Abril de
2017 atingem o expressivo valor de US$ 375,99 bilhões, lembrando que atualmente
estão inclusos nestas reservas internacionais um estoque de ouro no montante de
US$2,7 bilhões.
Conforme mencionado, as
mudanças climáticas é um dos fatores que causam grandes preocupações e ameaças
na produção mundial de café, e, frente a qualquer inesperada intempérie
climática, é essencial um estoque estratégico de café para dar tranquilidade de
suprimento ao mercado mundial, evitando as volatilidades expressivas dos
preços.
mudanças climáticas é um dos fatores que causam grandes preocupações e ameaças
na produção mundial de café, e, frente a qualquer inesperada intempérie
climática, é essencial um estoque estratégico de café para dar tranquilidade de
suprimento ao mercado mundial, evitando as volatilidades expressivas dos
preços.
Como o Brasil é o maior
produtor mundial de café, sendo a maioria de sua produção pelo método de
secagem natural, tendo uma bi anualidade expressiva, e também é o 2° (segundo)
maior consumidor do mundo, caberá ao Brasil ser o responsável por este estoque
estratégico com os propósitos abaixo:
produtor mundial de café, sendo a maioria de sua produção pelo método de
secagem natural, tendo uma bi anualidade expressiva, e também é o 2° (segundo)
maior consumidor do mundo, caberá ao Brasil ser o responsável por este estoque
estratégico com os propósitos abaixo:
i)
Quando ocorrer qualquer problema climático que
impacte na produção mundial de café, haver produto suficiente para abastecer os
mercados interno e externo.
Quando ocorrer qualquer problema climático que
impacte na produção mundial de café, haver produto suficiente para abastecer os
mercados interno e externo.
ii)
Nas safras de ciclo abundantes do Brasil, retirar
do mercado uma parcela de café, visando a manutenção do equilíbrio entre a
oferta e demanda de café.
Nas safras de ciclo abundantes do Brasil, retirar
do mercado uma parcela de café, visando a manutenção do equilíbrio entre a
oferta e demanda de café.
Porém, como o orçamento
federal brasileiro não comporta a formação destes estoques de café, sugiro que
seja criado o FUNDO SOBERANO DE CAFÉ DO BRASIL – FSCB, vinculado as Reservas
Internacionais e administrado pelo Banco Central do Brasil, e, que sejam
usados ínfima parte das reservas internacionais, um por cento (1%) no máximo,
aproximadamente US$3,75 bilhões, e, estes recursos sejam alocados neste FUNDO
SOBERANO DE CAFÉ DO BRASIL – FSCB, para serem usadas na compra de café brasileiro
para a formação deste estoque estratégico de ambas as variedades, Conilon e
arábico, em armazém alfandegado dentro do território brasileiro, como se de
fato exportado fosse o café.
federal brasileiro não comporta a formação destes estoques de café, sugiro que
seja criado o FUNDO SOBERANO DE CAFÉ DO BRASIL – FSCB, vinculado as Reservas
Internacionais e administrado pelo Banco Central do Brasil, e, que sejam
usados ínfima parte das reservas internacionais, um por cento (1%) no máximo,
aproximadamente US$3,75 bilhões, e, estes recursos sejam alocados neste FUNDO
SOBERANO DE CAFÉ DO BRASIL – FSCB, para serem usadas na compra de café brasileiro
para a formação deste estoque estratégico de ambas as variedades, Conilon e
arábico, em armazém alfandegado dentro do território brasileiro, como se de
fato exportado fosse o café.
Esta modalidade de compra
e estoques não impactará em nossas reservas internacionais, pois ao mesmo tempo
que se faz o uso de reservas para a efetiva compra de café, em contrapartida
foi gerado uma exportação de café, gerando o mesmo valor para a balança
comercial.
e estoques não impactará em nossas reservas internacionais, pois ao mesmo tempo
que se faz o uso de reservas para a efetiva compra de café, em contrapartida
foi gerado uma exportação de café, gerando o mesmo valor para a balança
comercial.
Caso haja e necessidade
de se fazer alguma política usando OPÇÕES DE VENDA, donde os cafeicultores
brasileiros vão comprar esta OPÇÃO, pagando-se um prêmio, estes prêmios serão
creditados ao FSBC-Banco Central do Brasil.
de se fazer alguma política usando OPÇÕES DE VENDA, donde os cafeicultores
brasileiros vão comprar esta OPÇÃO, pagando-se um prêmio, estes prêmios serão
creditados ao FSBC-Banco Central do Brasil.
As compras destinadas a
formação deste estoque estratégico se iniciariam em Maio de 2018, e, se
estenderá até Maio de 2022, assim poderemos fazer o estoque regulador com os
possíveis excedentes de produção da
colheita brasileira de café, desde que hajam vendedores ao FSCB ; pois no mesmo
período haverá uma demanda permanente e mensal próxima de 4,5 milhões de sacas
para abastecer o mercado interno e as exportações, e, esta medida ajudará a mitigar a
volatilidade nas cotações, impedindo que os produtores brasileiros vendam seu
café a preço vil, atendendo assim o disposto no Decreto n° 4.623, de 21 de
Março de 2003, que reproduzo abaixo.
formação deste estoque estratégico se iniciariam em Maio de 2018, e, se
estenderá até Maio de 2022, assim poderemos fazer o estoque regulador com os
possíveis excedentes de produção da
colheita brasileira de café, desde que hajam vendedores ao FSCB ; pois no mesmo
período haverá uma demanda permanente e mensal próxima de 4,5 milhões de sacas
para abastecer o mercado interno e as exportações, e, esta medida ajudará a mitigar a
volatilidade nas cotações, impedindo que os produtores brasileiros vendam seu
café a preço vil, atendendo assim o disposto no Decreto n° 4.623, de 21 de
Março de 2003, que reproduzo abaixo.
Art. 2º. Ao Conselho Deliberativo da Política do
Café – CDPC compete:
Café – CDPC compete:
IV – regulamentar ações que visam a manutenção do
equilíbrio entre a oferta e a demanda do café para exportação e consumo
interno;
equilíbrio entre a oferta e a demanda do café para exportação e consumo
interno;
VI – aprovar políticas de estocagem e de
administração dos armazéns de café;
administração dos armazéns de café;
Os preços de compra pelo FSCB, obedecerá os Preços
Mínimos estabelecidos pela legislação brasileira, e servirão como suporte de
preços aos cafés brasileiros, não permitindo que o fruto do esforço dos
cafeicultores seja vilipendiada, pressionando as cotações internacionais.
Mínimos estabelecidos pela legislação brasileira, e servirão como suporte de
preços aos cafés brasileiros, não permitindo que o fruto do esforço dos
cafeicultores seja vilipendiada, pressionando as cotações internacionais.
Nossa Carta Magna, a
Constituição Federal, em seu capitulo III, que trata da Política Agrícola,
ordena:
Constituição Federal, em seu capitulo III, que trata da Política Agrícola,
ordena:
Art. 187. A política agrícola será planejada e
executada na forma da lei, com a participação efetiva do setor de produção,
envolvendo produtores e trabalhadores rurais, bem como dos setores de
comercialização, de armazenamento e de transportes, levando em conta,
especialmente:
executada na forma da lei, com a participação efetiva do setor de produção,
envolvendo produtores e trabalhadores rurais, bem como dos setores de
comercialização, de armazenamento e de transportes, levando em conta,
especialmente:
II – os preços compatíveis com os custos de
produção e a garantia de comercialização;
produção e a garantia de comercialização;
O Estatuto da Terra, Lei
n° 4.504, de 30 de Novembro de 1964, que é a legislação que regula a promoção
da Política Agrícola, em seu Capitulo III, Da Assistência e Proteção à Economia
Rural, diz:
n° 4.504, de 30 de Novembro de 1964, que é a legislação que regula a promoção
da Política Agrícola, em seu Capitulo III, Da Assistência e Proteção à Economia
Rural, diz:
Art. 73. Dentro das diretrizes fixadas para a
política de desenvolvimento rural, com o fim de prestar assistência social,
técnica e fomentista e de estimular a produção agropecuária, de forma a que ela
atenda não só ao consumo nacional, mas também à possibilidade de obtenção de
excedentes exportáveis, serão mobilizados, entre outros, os seguintes meios:
política de desenvolvimento rural, com o fim de prestar assistência social,
técnica e fomentista e de estimular a produção agropecuária, de forma a que ela
atenda não só ao consumo nacional, mas também à possibilidade de obtenção de
excedentes exportáveis, serão mobilizados, entre outros, os seguintes meios:
VII – assistência à comercialização;
XII – garantia de preços mínimos à produção
agrícola.
agrícola.
Neste mesmo diploma
legal, também no Capitulo III, Da Assistência à Comercialização, determina:
legal, também no Capitulo III, Da Assistência à Comercialização, determina:
Art. 85. A fixação dos preços mínimos, de acordo
com a essencialidade dos produtos agropecuários, visando aos mercados interno e
externo, deverá ser feita, no mínimo, sessenta dias antes da época do plantio
em cada região e reajustados, na época da venda, de acordo com os índices de
correção fixados pelo Conselho Nacional de Economia.
com a essencialidade dos produtos agropecuários, visando aos mercados interno e
externo, deverá ser feita, no mínimo, sessenta dias antes da época do plantio
em cada região e reajustados, na época da venda, de acordo com os índices de
correção fixados pelo Conselho Nacional de Economia.
§ 1° Para
fixação do preço mínimo se tomará por base o custo efetivo da produção,
acrescido das despesas de transporte para o mercado mais próximo e da margem de
lucro do produtor, que não poderá ser inferior a trinta por cento.
fixação do preço mínimo se tomará por base o custo efetivo da produção,
acrescido das despesas de transporte para o mercado mais próximo e da margem de
lucro do produtor, que não poderá ser inferior a trinta por cento.
§ 2º As despesas do armazenamento, expurgo,
conservação e embalagem dos produtos agrícolas correrão por conta do órgão
executor da política de garantia de preços mínimos, não sendo dedutíveis do
total a ser pago ao produtor.
conservação e embalagem dos produtos agrícolas correrão por conta do órgão
executor da política de garantia de preços mínimos, não sendo dedutíveis do
total a ser pago ao produtor.
Também se encontra dentro
de nosso ordenamento jurídico outras legislações que embasam o estoque
estratégico e política de preços mínimos, cito o Decreto Lei 79, de 19 de
Dezembro de 1966 e a Lei Nº 8.171, de 17 de Janeiro de 1991.
de nosso ordenamento jurídico outras legislações que embasam o estoque
estratégico e política de preços mínimos, cito o Decreto Lei 79, de 19 de
Dezembro de 1966 e a Lei Nº 8.171, de 17 de Janeiro de 1991.
Assim sendo, com a
implementação das medidas propostas, estaremos em consonância com ao
ordenamento jurídico que rege a Nação Brasileira, pois estaremos praticando na
integra a Política de Preços Mínimos estabelecidas pelos nossos legisladores em
defesa da cafeicultura nacional.
implementação das medidas propostas, estaremos em consonância com ao
ordenamento jurídico que rege a Nação Brasileira, pois estaremos praticando na
integra a Política de Preços Mínimos estabelecidas pelos nossos legisladores em
defesa da cafeicultura nacional.
Desta forma, nos 4 anos
da implementação do estoque estratégico pelo FSBC, período de Maio de
2018 até Maio de 2022, outros benefícios para Nação Brasileira ocorrerão, cito
os abaixo:
da implementação do estoque estratégico pelo FSBC, período de Maio de
2018 até Maio de 2022, outros benefícios para Nação Brasileira ocorrerão, cito
os abaixo:
•
Ingressos de no mínimo US$ 8 bilhões na balança comercial brasileira,
devido ao maior valor alcançado nas exportações de café do Brasil.
Ingressos de no mínimo US$ 8 bilhões na balança comercial brasileira,
devido ao maior valor alcançado nas exportações de café do Brasil.
•
Aumento da renda dos cafeicultores brasileiros em no mínimo US$ 12 bilhões,
que irão irrigar a atividade econômica nas cidades brasileiras produtoras de
café, contribuindo com a melhora da economia brasileira.
Aumento da renda dos cafeicultores brasileiros em no mínimo US$ 12 bilhões,
que irão irrigar a atividade econômica nas cidades brasileiras produtoras de
café, contribuindo com a melhora da economia brasileira.
•
Geração aproximada de US$ 5 bilhões de impostos para a União Federal,
Estados e Municípios, devido à melhora da atividade econômica nas diversas
regiões cafeeiras do Brasil.
Geração aproximada de US$ 5 bilhões de impostos para a União Federal,
Estados e Municípios, devido à melhora da atividade econômica nas diversas
regiões cafeeiras do Brasil.
• O
Fundo Soberano de Café do Brasil, poderá ser o princípio de um modelo de uso de
parte das reservas internacionais para solucionar alguns problemas de outros
setores agrícolas, tais como Soja, Milho, Citros, Cacau, Cana de Açúcar e etc.
Fundo Soberano de Café do Brasil, poderá ser o princípio de um modelo de uso de
parte das reservas internacionais para solucionar alguns problemas de outros
setores agrícolas, tais como Soja, Milho, Citros, Cacau, Cana de Açúcar e etc.
Aplicando estas sugestões
de estoque estratégico, o Brasil estará colaborando com o desenvolvimento
social dos outros Países Produtores de Café, propiciando que adquiram uma maior
renda, mitigando o desequilíbrio social e econômico entre Nações.
de estoque estratégico, o Brasil estará colaborando com o desenvolvimento
social dos outros Países Produtores de Café, propiciando que adquiram uma maior
renda, mitigando o desequilíbrio social e econômico entre Nações.
Aproveito para registrar
a importante observação do Sr. Roberto Velez – “que graças aos esforços que os produtores brasileiros realizaram
para aumentar a produtividade, o mundo possui produto suficiente para suprir o
abastecimento”, assim, temos que alertar ao mundo cafeeiro que os
cafeicultores brasileiros não podem ser penalizados ao garantir o abastecimento
mundial, sendo que o JUSTO é os cafeicultores brasileiros receberem um prêmio
nos preços de seu café em função da garantia de abastecimento mundial.
a importante observação do Sr. Roberto Velez – “que graças aos esforços que os produtores brasileiros realizaram
para aumentar a produtividade, o mundo possui produto suficiente para suprir o
abastecimento”, assim, temos que alertar ao mundo cafeeiro que os
cafeicultores brasileiros não podem ser penalizados ao garantir o abastecimento
mundial, sendo que o JUSTO é os cafeicultores brasileiros receberem um prêmio
nos preços de seu café em função da garantia de abastecimento mundial.
Sem mais para o presente
momento, agradeço a vossa atenção e estou à disposição para maiores
esclarecimentos.
momento, agradeço a vossa atenção e estou à disposição para maiores
esclarecimentos.
Atenciosamente,
Marco Antônio Jacob
Cafeicultor, Consultor e Corretor
Espírito Santo do Pinhal/SP, 18 de Abril de
2017.
2017.
